Arquitetura Nacional

Estúdio Pretto

ESTÚDIO PRETTO

USO COMERCIAL
LOCALIZAÇÃO PORTO ALEGRE
ÁREA PROJETO 550m²
ANO DE PROJETO 2016
ANO DE CONCLUSÃO DA OBRA  2016
STATUS OBRA FINALIZADA

PROJETO DE INTERIORES  EDUARDO L MAURMANN, ELEN B N MAURMANN, PAULA OTTO,
LUIZA OTTO E EQUIPE ARQUITETURA NACIONAL

PROJETOS COMPLEMENTARES 
HIDROSSANITÁRIO E ELÉTRICO ELÉTRONS

FORNECEDORES
SERRALHERIA LF PARTENON
ESQUADRIAS INTERNAS SENSOLO
VIDRAÇARIA ILUSION
CLIMATIZAÇÃO TOTAL CONFORTO
REVESTIMENTOS PORTOBELLO
NEON ESA LUMINOSOS
VEGETAÇÃO BENDITO VERDE
MARCENARIA UP MÓVEIS
MOBILIÁRIO MEZAS

FOTOGRAFIAS MARCELO DONADUSSI

 

O projeto surgiu da necessidade de mudança do antigo estúdio para um espaço novo e maior, mas ainda no mesmo bairro – o Moinhos de Vento, em Porto Alegre. O prédio onde o novo estúdio se insere é recém construído e, por isso, foi mais fácil manter as características originais do espaço – a laje de concreto nervurada – característica muito marcante - estava intacta e foi deixada aparente.

A proposta buscou a máxima integração visual dos espaços – visto que o treinamento requer constante comunicação entre os professores e alunos. Porém, é necessária a setorização das respectivas zonas – recepção e estar, vestiários, área de aquecimento e treinamento. A forma de conseguir criar essa setorização foi através de mudanças nos pisos. A área de estar e recepção recebeu uma marcação mais forte: nela, piso, paredes e teto receberam pintura e revestimento na cor amarela. A ideia foi criar um espaço de estar que antes era inexistente no antigo espaço – uma área os alunos possam descansar e, mais importante, conviver entre si, fora do horário de treino.

A área de treinamento é toda em tons de cinza e preto. O objetivo é que o aluno consiga de forma intuitiva entender o momento em que entra na zona de treinamento – uma forma de preparar o clima. Os pisos específicos para cada tipo de práticas se alternam ao longo do espaço, respeitando os fluxos de circulação. Pontos de cor são utilizados junto ao teto, em cordas em 5 tons diferentes, que começam todas juntas e percorrem os caminhos entre as nervuras do concreto – hora andam em paralelo, até que cada vez sigam seu próprio rumo. 

As divisórias são em aço, com desenho quadriculado, que remetem às antigas academias e áreas fabris. O uso de azulejos pequenos e neons também trazem um clima vintage para o estúdio. A ideia é de que seja um espaço atemporal, com elementos que remetam a coisas boas do passado, porém com uma linguagem simples e contemporânea. Nesse sentido, a escolha do mobiliário também foi com esse objetivo: que o estúdio possa crescer de forma saudável, com um caráter forte que dure ao longo dos muitos anos de sucesso futuro.